Olinda
Como legítima representante da arquitetura colonial portuguesa, Olinda possui inúmeras igrejas, todas no mais puro estilo barroco. Visite a Igreja da Sé, construída em 1537, e aproveite para comer uma tapioca quentinha de uma das barracas do Alto da Sé, em frente à Igreja, apreciando a vista panorâmica de Recife. Vale também a pena visitar a Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia, de 1540, o Mosteiro de São Bento, construído em 1582, e o Museu de Arte Sacra, no antigo Palácio Episcopal, que data de 1676. |
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O que falar do carnaval de Olinda? Subindo e descendo suas ladeiras estreitas, pulando e cantando, encontram-se pobres e ricos, velhos e moços, turistas e nativos, todos embalados ao som do frevo, com um único objetivo: se divertir. O carnaval de Olinda não é somente popular, como dá outra dimensão à palavra: lá não se paga para pular, não há cordões de isolamento, não há superbandas nem megaempreendimentos: a animação é resultado da alegria dos moradores, e da sua vontade de festejar o carnaval. Elefante, Pitombeiras, Siri na Lata,
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Balança a Rolha, A Porta, Bloco da Saudade, Eu Acho É Pouco, Segura a Coisa, Bacalhau do Batata, não importa atrás de qual bloco você sairá pulando: aliás, procure sair atrás de todos. E os bonecos? Há opções para todas as horas: O Homem da Meia Noite, A Mulher da Tarde, O Menino do Dia, além daqueles que se criam todos os anos, dinâmico que é o carnaval de Olinda. Para aumentar a animação, sempre se pode apelar para um Retetel ou um Pau do Índio, poderosos "drinks" locais. Mas como não só de álcool vive o homem, experimente também um caldo de cana e uma ágüa de côco para hidratar, pois tenha certeza, o carnaval vai ferver!!
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